quarta-feira, 3 de agosto de 2011

CURIOSIDADE "História da pesca"

UM POUCO DA HISTÓRIA DA PESCA ESPORTIVA

A pesca, primeira atividade humana de sobrevivência, adquiriu uma dimensão lúdica quando o homem se tornou pastor e agricultor. Desde então, seu exercício não visa apenas à obtenção de alimento: o homem descobriu o prazer da captura, passando a pescar não apenas por necessidade, mas também para dar largas a esse prazer. Desse fator nasceu a pesca desportiva, cujo desenvolvimento está estreitamente ligado à evolução dos apetrechos de pesca. Tal evolução tem como característica a crescente delicadeza dos implementos: quanto mais leves, mais esportiva é a pesca. No moderno conceito de pesca esportiva distinguem-se quatro elementos indispensáveis: o anzol, a linha, a vara e o molinete.
ANZOL

Surgido no Paleolítico como simples esquírola de duas pontas aguçadas, era utilizado com a linha amarrada no meio e recoberto por uma isca natural; engolido pelo peixe, alojava-se em sua garganta. No Neolítico, o anzol feito de osso, madeira ou concha, assumiu a forma básica que conserva até os dias atuais.
O azol metálico surgiu no Oriente Próximo c. 5000 a.C., quando o ferro e o cobre começaram a ser trabalhados. Entretanto, a feitura de anzóis de aço só teve início no final do séc. XIV, ao estabelecer-se em Londres a primeira manufatura, relacionada então à de agulhas de costura.
Atualmente, a Inglaterra, a França, os E.U.A. e o Japão são grandes fabricantes; mas é a Noruega o principal produtor, apresentando no mercado internacional cerca de 60 mil tipos diferentes.
LINHA

As linhas de pesca eram, a princípio, feitas de fibras vegetais ou animais (algodão, cânhamo, linho, seda); com a tecnologia moderna, essas fibras foram substituídas por materiais sintéticos ou metálicos, como naylon, dacron, cobre, monel (liga  de  níquel), chumbo revestido de nylon trançado etc.
O nylon monofilamento (com espessura de 0,10 a 2,00 mm) é o material mais utilizado pelos pescadores de água doce e salgada, amadores e profissionais, para peixes diminutos ou gigantescos. Uma linha altamente especializada é a usada principalmente na pesca de trutas e salmões com moscas artificiais (fly casting). Como estas iscas não tem praticamente peso, houve necessidade de distribuir-se pela linha o peso que flexiona a vara e que em outros aparelhos está concentrado numa isca pesada ou chumbada. Assim, nessa modalidade desportiva, a linha que é lançada e não a mosca. Por volta do séc. XVII, eram feitas de fios trançados de crina animal (cauda de cavalo), posteriormente de fios de seda e atualmente de nylon recoberto por um plástico especial.
Essas linhas são geralmente fusiformes e flutuantes, havendo, porém, para uso em situações particulares, linhas que afundam ou que bóiam parcialmente. Esse propósito é alcançado através de controle e gravidade específica do plástico que recobre a linha. Como existem diversos tipos de varas, de flexibilidade e comprimento diferentes, fabricam-se linhas de pesos diferentes para atender a essas variações. A cada peso corresponde um número que varia de 1 a 12.
SURGIMENTO DAS VARAS DE PESCA

O aparecimento das varas de pesca resultou da necessidade de ampliar o raio de ação do braço do pescador. A princípio, quaquer pedaço de madeira razoavemente reto era utilizado. O bambu, por ser oco, flexível e reto, logo entrou em uso, e é até utilizado em grande escala em todo o mundo. Por volta do séc. XVIII, surgiram na Europa varas de pesca de madeira sólida feitas com uma ou mais seções. As madeiras mais usadas eram provenientes da América do Sul, lancewood e greenheart. Todavia, apesar de fortes, elas apresentam incovenientes, como peso demasiado e tendência a empenamento. Em 1801, Snart, em sua obra Pratical observations on angling in the river Trent (Observações práticas sobre a pesca no rio Trent), mencionou pela primeira vez a vara feita de lascas de bambu colada uma às outras (built cane).
Estas varas, depois confeccionadas com seis tiras de perfil hexagonal, estiveram em uso até 1948, quando o panorama da manufatura de varas de pesca sofreu radical mudança com a aparecimento da fibra de vidro. Impregnado de resina sintética, esse material substitui por completo as varas metálicas (aço, ligas de cobre etc.), muito usadas no período 1920- 1947, e, em grande parte, o bambu. Imune ao calor, frio, apodrecimento, corrosão pela água salgada, umidade, esse material apresenta grande facilidade de recuperação da forma, mesmo depois de curvo durante muito tempo. Entretanto, as varas de built cane, delicado trabalho de artesanato, de preço elevado, continuam contando com a preferência dos especialistas de pesca com mosca.

SURGIMENTO DE MOLINETES E CARRETILHAS
 
O molinete surgiu da necessidade de o pescador ter mais linha à sua disposição, para um arremesso mais longo ou pra o caso de fisgar um peixe maior. A primeira menção ao molinete aparece na obra de Thomas Baker, The art of angling (1651; A arte da pesca desportiva). A princípio era um simples carretel de madeira adaptado à vara de pesca. Em 1810, o relojoeiro norte-americano George Snyder inventou o primeiro molinete multiplicador, isto é, aquele que com uma volta da manivela transmite ao carretel várias revoluções, aumentatando a capacidade de recuperação da linha.
Embora os primeiros molinetes multiplicadores de carretel giratório possam ser usados na pesca marítima, ficou evidente a necessidade de modelos maiores e mais resistentes à corrosão. Daí o aparecimento de latão cromado, ligas de alumínio etc. Foram, entretanto, as exigências dos pescadores de atuns gigantes da Califórnia que estimularam a invenção do sistema de freios para molinetes. Antes do seu advento, o freio era apenas um pedaço de couro adaptado exteriormente ao molinete e controlado por pressão do polegar do pescador.
Deve-se ao engenheiro norte-americano  William C. Boschen a invenção do sistema de freios com discos de fricção como é hoje conhecido. Diversas vezes aperfeiçoado, esse sistema permite a captura dos grandes peixes de alto mar, de até uma tonelada de peso.


Texto: Web

ISCA DA VEZ

FROG
Fabricante: Marine Sports
Ação: Superficie
Espécies: Traíras, Tucunarés, Black Bass, mais indicado para pesca de Traíras.

Minha opinião: Isca perfeita para pesca de Traíras, pois possue os anzois voltados para parte de cima, evitando enroscos. Vantagem de arremessar em pontos perfeitos, sendo que as Traíras gostam de se esconder em galhadas e moitas na água. 

Trabalho: Arremesse em alguma moita na beira da represa, e começe a recolher com pequenos toques, a isca ao cair da moita para água proporciona maior realismo. Lembre-se a traíra apesar de atacar com muita brutalidade ela é lenta, trabalhe a isca um pouco mais devagar.

Foto e Texto: Bruno Paulino


ESPÉCIE DA VEZ

TRAÍRA (Hoplias spp; familia Erytrinidae)

São caracterizados pelo corpo cilindrico e longo, com escamas grandes, nadadeira caudal arredondada, olhos e boca grandes. Os dentes são numerosos, de diferentes tamanhos e firmemente implantados em ambas as maxilas. O gênero Hoplias é o queas maiores espécies, variando de 30 a 100 centímetros. A coloração é cinza amarronzada, com o dorso mais escuro, tonalidade que pode variar com o tom da água. A traíra habita particamente todas as bacias hidrigráficas brasileiras. Habita locais de águas calmas e que tenham muitas estruturas para se abrigar e prefere ficar escondida.entre pedras e troncos esperando suas presas.É um peixe muito agressivo, que ataca praticamente qualquer coisa que se movimente á sua frente. Sedentária, não varia muito o local do abrigo. Suporta ágas com baixissimos teores de oxigênio.Tem desova parcelada, com o pico de reprodução na cheia. O casal faz sue ninhos no funda de areia ou barro e o macho toma conta dos ovos. Está apta a reproduzir com 20 centimetros. Outros nomes: Lobó, Tararira. O que come: peixes, insetos e pequenos anfíbios.

Texto: Biblia do Pescador 2010                Foto: Web

domingo, 5 de junho de 2011

ESPÉCIE DA VEZ

CORVINA (Sciaenidae)

Estes peixes vivem nos mais variados habitates,como agua salgada, agua doce e estuários. Atualmente é possivel encontra-lá em quase todos reservatorios hidroelétricos. O sucesso de sua disseminação pode ser atribuida a sua facil adapitação, grande resistencia, agressividade e caracteristicas reprodutivas.Por apresentar desovas parceladas e ovos flutuantes, conseguem manter alta a renovação da espécie. 
Carnivoras alimentam-se de peixes, crustaceos e alguns insetos. São mais ativas nas primeiras horas da manhã e no fim da tarde.

Texto: Web                Foto: Web

VIDEO DO MÊS (MEDO DE BICHINHO DE LARANJA)


"Uma singela homenagem a um pescador de primeira viagem, nosso amigo LEMÃO um rapaz de muita CORAGEM"

Video: Rodrigo dos Santos

sexta-feira, 6 de maio de 2011

TIPOS DE BÓIAS PARA ARREMESSOS

DICA DO MÊS

PESCA COM BÓIA CEVADEIRA E MISSANGA

 Essa montagem é simples e muito funcional em dias que, os peixes dos pesqueiros estão comendo na superficie. Bom para pesca de "Pacus" e "Tilápias", com uma bóia cevadeira, bóia simples pequena, um girador pequeno, anzol de "Robalo" e uma missanga.
Atenção: No caso da pesca do "Pacu" utilizar um "castrô" para evitar o corte da linha.
Encha o copinho da bóia com ração "flutuante", a bóia pequena faz com que a missanga boie tambem, imitando assim as rações. Gosto muito dessa montagem pois nunca falha, bom é isso, segue abaixo o funcionamento da boia cevadeira. Abraço a todos.

Texto: Bruno Paulino

FUNCIONAMENTO DA BÓIA CEVADEIRA



Texto e Ilustração: Bruno Paulino

quinta-feira, 5 de maio de 2011

ESPÉCIE DA VEZ

TILÁPIA (Oreochromis spp.,familia Chichlidae)          

As tilápias são de origem Africana,mas foram introduzidas na américa do Sul e do Norte. São peixes de escamas de médio porte, com corpo comprimido lateralmente. sua coloração pode varia de cinza-claro até o peito avermelhado.
A nadadeira dorsal é longa com espinhos afiados, a anal afilando a uma ponta. Sua principal forma de introdução é o escape de pisciculturas. Hoje a tilápia é um dos peixes mais cultivados no mundo e no Brasil.
Peixes onívoros, alimentam-se de insetos, frutas, semnetes, algas, plânctons e até peixes pequenos. Tem desovas parceladas fazendo seus ninhos em aguas limpas e rasas, onde a quantidade de oxigenio é abundante. Podem ter mais de cinco desovas por ano, os pais protegem os filhotes.

Texto: Web

sábado, 9 de abril de 2011

PEQUENO TRATOR

É emocionante as arrancadas, que o "Pacu" costuma dar depois da fisgada, com certeza é a pesca favorita nos pesqueiros da região. Minha dica para pesqueiros, é o uso de salsicha como isca, é fatal. Mas atenção na frição do molinete ou carretilha, pois na pegada ele costuma disparar e levar bastante linha, por esse fato é merecido o apelido de "PEQUENO TRATOR".



terça-feira, 5 de abril de 2011

DICA DO MÊS

                                                      Nó Palomar
Nó ùnico

"Bom amigos por enquanto postei  videos com os"dois" dos principais nós de pesca" 

VIDEO DA WEB

domingo, 20 de março de 2011

POR ONDE PESCO

REPRESA DO LOBO (BROA)

*Construída em 1936 pela, Companhia Elétrica de Rio Claro S.A. Hoje é utilizada para fins turísticos e lazer, possui 8 Km de comprimento, 2Km de largura e um máximo de 15,5 Mts de profundidade.
Localização: Represa se localiza em Itirapina, interior de São Paulo.
Espécies: Lambari,Tilápia,Tucunaré,Jeju,Traíra,Carpa,Bagre...

RIO JACARÉ PEPIRA (BROTAS)


*Um dos poucos ainda não Poluídos do Estado de São Paulo. A Bacia do rio Jacaré Pepira, localiza-se no Estado de São Paulo, pertencente à Bacia do rio Paraná e ocupa uma área de 2.612 km2 . O rio Jacaré Pepira nasce próximo à região central do Estado de São Paulo, mais precisamente nos municípios de São Pedro e Itirapina, na Serra de Itaqueri; numa altitude de 960m, passa pelos municípios de Brotas, Bocaína, Torrinha, Ribeirão Bonito, Bariri, Boa Esperança do Sul, Dourado, Jaú, Dois Córregos, Itaju; e após percorrer um percurso de 174 Km, deságua no rio Tietê, na represa de Ibitinga. Portanto abrange 13 municípios, numa área de 7.219 Km2 .
Localização:De  Brotas até o Rio Tiête municipio de Ibitinga
Espécies: Lambari,Piava,Curimba,Piapara...

RIO MOGI GUAÇU


*O rio nasce a 1.650m de altitude no sul de Minas Gerais, e suas águas percorrem a região central e nordeste do estado de São Paulo, até desaguar a 470m de altitude no Rio Pardo, que é um afluente do Rio Grande, que, ao se juntar com o rio Parnaíba, forma o rio Paraná. Em idioma Tupi, "Mogi-guaçu" significa grande rio da cobra, devido à formação do traçado do rio, com majestosas curvas.
Localização: Nasce em Mina Gerais  e Termina no Rio Pardo
Especies: Lambari,Piapara,Piava,Curimba,Mandi,Barbado...


RIO QUILÔMBO (DISTRITO DE SANTA EUDÔXIA)



*O rio é um afluente do médio Mogi-Guaçu que nasce a 950m de altitude e percorre uma extensão de aproximamadamente 44 km até a sua foz, a uma altitude de 520m. O seu principal afluente é o Ribeirão dos Negros que nasce a 900m de altitude e deságua no seu trecho médio-inferior a 600m. A bacia do rio Quilombo drena parte dos municípios de São Carlos e Descalvado, no interior do Estado de São Paulo.
Localização: O rio do Quilombo nasce entre os municípios de São Carlos próximo da localidade chamada Capela Aparecida e da rodovia SP-215 .
Especies: Lambari, Piava, Piapara...

REPRESA DO TEXEIRA OU DO BOM RETIRO (SÃO CARLOS)
 

*A represa do "Teixeira", sofre muito com pesca predatoria. Até hoje toda vez que vou até ela para pescar, sempre tem um  passando o "pano" em suas águas, é de se revoltar.
Localização: Zona Rural de São carlos
Espécies: Lambari, Tilápia, Traíra, Corimba, Piava...







REPRESA DO 29 (SÃO CARLOS)

*Lagoa utilizada para turismo, lazer, e para geração de energia elétrica Usina do Capão Preto "CPFL". A Represa se forma pelo represamento do Ribeirão dos negros.
Localização: Zona Rural de São Carlos
Espécies: Lambari, Tilápia, Bagre, Traíra...







BOM AMIGOS, O BLOG AINDA ESTÁ EM CONSTRUÇÃO,PORTANTO EM BREVE IREI PUBLICAR MAIS PONTOS DE PESCA.

Fotos e Texto: Bruno Paulino          














TUCUNARÉS NO BROA (REPRESA DO LOBO) Tucunaré quem pesca não "MATA"




VIDEOS DA WEB

ESPÉCIE DA VEZ

LAMBARI DO RABO AMARELO (Astyanax bimaculatus)

Encontrado em todas as bacias hidrográficas brasileiras, sendo conhecido por vários nomes populares. Habita rios de águas rápidas, lagoas, varzeas e igarapés. É uma das espécies que atingem o maior porte,tem corpo longo e comprimido lateralmente. É prateado e tem dois pontos negros no corpo,um atrás da brânquia e outro na base da nadadeira caudal. Todas as nadadeiras são amareladas, a anal podendo assumir tom levemente avermelhado. Alimenta-se de detritos,plantas superiores,peixes menores, insetos e escamas. Na natureza atinge a maturidade sexual com dois ou três anos. Muito apreciado na pesca amadora, seja pela sua esportividade ou culinária. Outros nomes comuns, Lambari, Tambiú.

"Com certeza o primeiro peixe na vida de qualquer pescador"

Fonte: Bíblia do Pescador 2010
Foto: Bruno Paulino

ISCA DA VEZ

JOÃO PEPINO (Jumpin Minnow)
 Ação: Superfície.
Trabalho: Zara (Walking the dog)
 Minha opinião: Uma isca que com certeza é a primeira
que vai pra água, seu trabalho em "Z" e seu estridente chocalho,faz
com que levante qualquer Tucunaré ao redor, testando assim sua ação naquele local.
Dificuldade no trabalho: Médio
Vantagem: Amplo trabalho na agua devido a seu nado
Desvantagem: Dias com muito vento nem adianta usa-lá
Tipo de trabalho: Recolha a carretilha dando toques em formato de "Z"

Foto e Texto: Bruno Paulino

MASSA DO MÊS

Massa de Queijo

Ingredientes
- Queijo ralado bem fininho
- Farinha de Trigo
- Leite

Preparo:
- Simples, junte o queijo com a farinha e jogue o leite aos poucos. Vá sovando com as mãos até dar liga, essa massa é boa para pesca de lambari. Boa pescaria!!!!

Por: Bruno Paulino