sexta-feira, 4 de maio de 2012

PEQUENO DICIONÁRIO DE ISCA ARTIFICIAIS






Podemos dizer, que ao invés de usarmos,a fome o paladar,e cheiro para atrair os peixes,como acontece com a pesca iscas naturais. Usaremos o talento para dar vida a um objeto de madeira, plástico, pêlo, penas ou metal. É emocionante ver o ataque de um peixe, em uma isca bem trabalhada, uma modalidade de pesca que com certeza "vicia".
Iscas artificiais, se apresentam basicamente em três tipos:




--   SUPERFÍCIE



--   MEIA -ÁGUA




--   FUNDO




Iscas de superfície:


Quem viu,escutou um estouro de Tucunaré em uma "Zara" ou o flash de um robalo passando por baixo da isca,sabe que são momentos,imagens,sons que ficam cravados em nossa mente.
Por esses motivos,elas são a primeira paixão dos pescadores que usam artificiais.
alguns modelos de iscas de superficie:

                                                                 




--Stick: (Magic Stick Nelson Nakamura)









--Poppers: (Marine sports)







--Frogs: (Marine sports)







--Hélice: (Baby torpedo Heddon)











continua....











quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Piracema 2011/2012


 ENTENDA UM POUCO SOBRE A LEI

O defeso é uma medida que visa proteger os organismos aquáticos durante as fases mais críticas de seus ciclos de vida, como a época de sua reprodução ou ainda de seu  maior crescimento.  Dessa forma, o período de defeso favorece a sustentabilidade e evita a pesca quando os peixes estão mais vulneráveis à captura, por estarem reunidos em cardumes.
Durante a Piracema, estão proibidos em todos os pontos da bacia hidrográfica do Rio Paraná:

*A captura, o transporte e o armazenamento de espécies nativas da bacia hidrográfica do rio Paraná, incluindo animais para fins ornamentais e de aquariofilia que tem origem e ocorrência natural na bacia do rio Paraná.

*A pesca com redes, tarrafas e espinhéis, além da pesca subaquática;

*A realização de competições de pesca, com exceção de eventos em reservatórios e de espécies não nativas;

*A utilização de animais aquáticos, inclusive peixes, camarões, caramujos, caranguejos, vivos ou mortos, inteiros ou em pedaços, como iscas. São exceções à regra animais oriundos da bacia hidrográfica, acompanhados de nota fiscal do produtor.

O QUE PODE 

*A pesca em reservatórios, nas modalidades embarcada e desembarcada é permitida. A utilização de linha de mão ou vara, linha e anzol, caniço simples, molinete ou carretilha também estão liberadas.

*Animais não nativos, exóticos e híbridos como Apaiari, Bagre-africano, Black-bass, todas as espécies de Carpa, Corvina, Sardinha-de-água-doce, Piranha preta, Tilápias, Tucunaré, Porquinho e Zoiudo podem ser pescados.

*Pescadores devem estar licenciados pelo Ibama para a captura e o transporte dos peixes, e a cota é de 10 quilos e um exemplar.

Segue abaixo o link do Ministério da Pesca e Aquicultura:

http://www.mpa.gov.br/#pesca/periodos

Lista dos peixes que estão protegidos por lei:



RESPEITAR A PIRACEMA É UM DEVER DE TODOS!


Texto: Ibama
Imagens:Web

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Um Pouco sobre linhas

Bom amigos, de volta a publicar postagens, vou postar um pouco sobre as linhas de pesca. Tipos de linhas, suas finalidades, enfim de tudo um pouco.

Bom existem três modelos de linhas:  
MONOFILAMENTO: as mais comuns entre os pescadores:















FLUORCARBONO: usadas para confeccionar lideres (chicotes).















MULTIFILAMENTOS: as famosas linhas trançadas.











*Bom as "monofilamentos", são muito mais macias para o arremesso, mais perdem por ter muita elásticidade, perdendo sua resistência em até 20%. Uma dica que aprendi sobre linhas "monofilamento", é sobre os nós, quanto mais perfeito os nós no anzol mais resistencia terá a linha. O que quero dizer com isso é, um nó bem atado de preferencia o famoso "palomar" (já postei um video sobre ele), quanto mais perfeito o nó melhor sera o rendimento da linha "monofilamento".

*Vamos falar das "fluorcarbonos", pessoal pra mim é indispensavel na "traia", principalmente pra quem gosta de pesqueiros. Essa linha é "SÓ PARA CONFECCÃO DE LIDER (CHICOTE), vou explicar porque. Além de possuir uma alta invisibilidade na água, ela proporciona uma resistência a mais no seu lider. Ela é muito usada tambem pra quem pesca com artificiais, pois por ela ser rigida dificilmente embrama na isca. Caso tenha uma pedra no fundo do rio ou represa ela é mais dificil de estourar. Sua união na linha "monofilamento" pode ser por "giradores" ou "nó de sangue" (depois postarei um video sobre isso).

*Bem agora as "multifilamentos", uma linha trançada por varias outras, possui alta resistencia. Mas companheiros, já digo a voçês, é uma linha muito tecnica, e cara, portanto caso voce não tenha muita experiencia com carretilhas é arriscado compra-la, pois uma "cabeleira" pode por fim em sua pescaria. Para usa-la em seu conjunto de carretilha e vara, ou molinete e vara, o conjunto tem de ser proprio uso pra ela, digo isso porque o seu atrito pode cortar o olhal da vara. Pra isso existem olhais de titanio, ceramica, inox enfim propria para seu isso, uma marca famosa para esses olhais é a "FUJI", isso inlcui tambem para o guia da carretilha ou molinete, (postarei uma matéria sobre isso). Bom pessoal, uma linha dessa não é qualquer peixe que arrebenta portanto cuidado, saiba casar o conjunto linha, vara e molinete ou carretilha pois pode quebrar a vara e não estourar a linha falo sério...kkkkk. Para quem quiser comprar uma dessas pra começar a acostumar com ela, um bom custo beneficio é a da "SUMAX" custa em média 60 reais a "0,20" isso mesmo "0,20", guenta e guenta muito, e a "POWER PRO" tambem muito boa. Bom por hoje é só abraço a todos.

Texto: Bruno Paulino
Fotos: Web

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

CURIOSIDADE "História da pesca"

UM POUCO DA HISTÓRIA DA PESCA ESPORTIVA

A pesca, primeira atividade humana de sobrevivência, adquiriu uma dimensão lúdica quando o homem se tornou pastor e agricultor. Desde então, seu exercício não visa apenas à obtenção de alimento: o homem descobriu o prazer da captura, passando a pescar não apenas por necessidade, mas também para dar largas a esse prazer. Desse fator nasceu a pesca desportiva, cujo desenvolvimento está estreitamente ligado à evolução dos apetrechos de pesca. Tal evolução tem como característica a crescente delicadeza dos implementos: quanto mais leves, mais esportiva é a pesca. No moderno conceito de pesca esportiva distinguem-se quatro elementos indispensáveis: o anzol, a linha, a vara e o molinete.
ANZOL

Surgido no Paleolítico como simples esquírola de duas pontas aguçadas, era utilizado com a linha amarrada no meio e recoberto por uma isca natural; engolido pelo peixe, alojava-se em sua garganta. No Neolítico, o anzol feito de osso, madeira ou concha, assumiu a forma básica que conserva até os dias atuais.
O azol metálico surgiu no Oriente Próximo c. 5000 a.C., quando o ferro e o cobre começaram a ser trabalhados. Entretanto, a feitura de anzóis de aço só teve início no final do séc. XIV, ao estabelecer-se em Londres a primeira manufatura, relacionada então à de agulhas de costura.
Atualmente, a Inglaterra, a França, os E.U.A. e o Japão são grandes fabricantes; mas é a Noruega o principal produtor, apresentando no mercado internacional cerca de 60 mil tipos diferentes.
LINHA

As linhas de pesca eram, a princípio, feitas de fibras vegetais ou animais (algodão, cânhamo, linho, seda); com a tecnologia moderna, essas fibras foram substituídas por materiais sintéticos ou metálicos, como naylon, dacron, cobre, monel (liga  de  níquel), chumbo revestido de nylon trançado etc.
O nylon monofilamento (com espessura de 0,10 a 2,00 mm) é o material mais utilizado pelos pescadores de água doce e salgada, amadores e profissionais, para peixes diminutos ou gigantescos. Uma linha altamente especializada é a usada principalmente na pesca de trutas e salmões com moscas artificiais (fly casting). Como estas iscas não tem praticamente peso, houve necessidade de distribuir-se pela linha o peso que flexiona a vara e que em outros aparelhos está concentrado numa isca pesada ou chumbada. Assim, nessa modalidade desportiva, a linha que é lançada e não a mosca. Por volta do séc. XVII, eram feitas de fios trançados de crina animal (cauda de cavalo), posteriormente de fios de seda e atualmente de nylon recoberto por um plástico especial.
Essas linhas são geralmente fusiformes e flutuantes, havendo, porém, para uso em situações particulares, linhas que afundam ou que bóiam parcialmente. Esse propósito é alcançado através de controle e gravidade específica do plástico que recobre a linha. Como existem diversos tipos de varas, de flexibilidade e comprimento diferentes, fabricam-se linhas de pesos diferentes para atender a essas variações. A cada peso corresponde um número que varia de 1 a 12.
SURGIMENTO DAS VARAS DE PESCA

O aparecimento das varas de pesca resultou da necessidade de ampliar o raio de ação do braço do pescador. A princípio, quaquer pedaço de madeira razoavemente reto era utilizado. O bambu, por ser oco, flexível e reto, logo entrou em uso, e é até utilizado em grande escala em todo o mundo. Por volta do séc. XVIII, surgiram na Europa varas de pesca de madeira sólida feitas com uma ou mais seções. As madeiras mais usadas eram provenientes da América do Sul, lancewood e greenheart. Todavia, apesar de fortes, elas apresentam incovenientes, como peso demasiado e tendência a empenamento. Em 1801, Snart, em sua obra Pratical observations on angling in the river Trent (Observações práticas sobre a pesca no rio Trent), mencionou pela primeira vez a vara feita de lascas de bambu colada uma às outras (built cane).
Estas varas, depois confeccionadas com seis tiras de perfil hexagonal, estiveram em uso até 1948, quando o panorama da manufatura de varas de pesca sofreu radical mudança com a aparecimento da fibra de vidro. Impregnado de resina sintética, esse material substitui por completo as varas metálicas (aço, ligas de cobre etc.), muito usadas no período 1920- 1947, e, em grande parte, o bambu. Imune ao calor, frio, apodrecimento, corrosão pela água salgada, umidade, esse material apresenta grande facilidade de recuperação da forma, mesmo depois de curvo durante muito tempo. Entretanto, as varas de built cane, delicado trabalho de artesanato, de preço elevado, continuam contando com a preferência dos especialistas de pesca com mosca.

SURGIMENTO DE MOLINETES E CARRETILHAS
 
O molinete surgiu da necessidade de o pescador ter mais linha à sua disposição, para um arremesso mais longo ou pra o caso de fisgar um peixe maior. A primeira menção ao molinete aparece na obra de Thomas Baker, The art of angling (1651; A arte da pesca desportiva). A princípio era um simples carretel de madeira adaptado à vara de pesca. Em 1810, o relojoeiro norte-americano George Snyder inventou o primeiro molinete multiplicador, isto é, aquele que com uma volta da manivela transmite ao carretel várias revoluções, aumentatando a capacidade de recuperação da linha.
Embora os primeiros molinetes multiplicadores de carretel giratório possam ser usados na pesca marítima, ficou evidente a necessidade de modelos maiores e mais resistentes à corrosão. Daí o aparecimento de latão cromado, ligas de alumínio etc. Foram, entretanto, as exigências dos pescadores de atuns gigantes da Califórnia que estimularam a invenção do sistema de freios para molinetes. Antes do seu advento, o freio era apenas um pedaço de couro adaptado exteriormente ao molinete e controlado por pressão do polegar do pescador.
Deve-se ao engenheiro norte-americano  William C. Boschen a invenção do sistema de freios com discos de fricção como é hoje conhecido. Diversas vezes aperfeiçoado, esse sistema permite a captura dos grandes peixes de alto mar, de até uma tonelada de peso.


Texto: Web

ISCA DA VEZ

FROG
Fabricante: Marine Sports
Ação: Superficie
Espécies: Traíras, Tucunarés, Black Bass, mais indicado para pesca de Traíras.

Minha opinião: Isca perfeita para pesca de Traíras, pois possue os anzois voltados para parte de cima, evitando enroscos. Vantagem de arremessar em pontos perfeitos, sendo que as Traíras gostam de se esconder em galhadas e moitas na água. 

Trabalho: Arremesse em alguma moita na beira da represa, e começe a recolher com pequenos toques, a isca ao cair da moita para água proporciona maior realismo. Lembre-se a traíra apesar de atacar com muita brutalidade ela é lenta, trabalhe a isca um pouco mais devagar.

Foto e Texto: Bruno Paulino


ESPÉCIE DA VEZ

TRAÍRA (Hoplias spp; familia Erytrinidae)

São caracterizados pelo corpo cilindrico e longo, com escamas grandes, nadadeira caudal arredondada, olhos e boca grandes. Os dentes são numerosos, de diferentes tamanhos e firmemente implantados em ambas as maxilas. O gênero Hoplias é o queas maiores espécies, variando de 30 a 100 centímetros. A coloração é cinza amarronzada, com o dorso mais escuro, tonalidade que pode variar com o tom da água. A traíra habita particamente todas as bacias hidrigráficas brasileiras. Habita locais de águas calmas e que tenham muitas estruturas para se abrigar e prefere ficar escondida.entre pedras e troncos esperando suas presas.É um peixe muito agressivo, que ataca praticamente qualquer coisa que se movimente á sua frente. Sedentária, não varia muito o local do abrigo. Suporta ágas com baixissimos teores de oxigênio.Tem desova parcelada, com o pico de reprodução na cheia. O casal faz sue ninhos no funda de areia ou barro e o macho toma conta dos ovos. Está apta a reproduzir com 20 centimetros. Outros nomes: Lobó, Tararira. O que come: peixes, insetos e pequenos anfíbios.

Texto: Biblia do Pescador 2010                Foto: Web

domingo, 5 de junho de 2011

ESPÉCIE DA VEZ

CORVINA (Sciaenidae)

Estes peixes vivem nos mais variados habitates,como agua salgada, agua doce e estuários. Atualmente é possivel encontra-lá em quase todos reservatorios hidroelétricos. O sucesso de sua disseminação pode ser atribuida a sua facil adapitação, grande resistencia, agressividade e caracteristicas reprodutivas.Por apresentar desovas parceladas e ovos flutuantes, conseguem manter alta a renovação da espécie. 
Carnivoras alimentam-se de peixes, crustaceos e alguns insetos. São mais ativas nas primeiras horas da manhã e no fim da tarde.

Texto: Web                Foto: Web